Sortudo, mas nem tanto

Renné Senna, ex-lavrador e ex-milionário da mega-sena; incrível semelhança do nome do jogador com o jogo que ganhou; foi morto com requintes de crueldade em 7 de janeiro último, a imprensa já localizou a culpada e a condenou, Adriana Almeida viúva do ex-milionário está sendo acusada de ser a mandante do crime e amante do assassino do marido.
Renné teve parte das duas pernas amputadas por complicações provocadas pela diabetes, em 2005 ganhou na mega-sena R$ 52 milhões de reais, depois de seis meses já estava morando em uma fazenda, localizada no distrito de Rio Bonito, interior do Rio de Janeiro, que havia comprado com parte do dinheiro do prêmio, juntamente com a sua escolhida, Adriana, que era cabeleireira, e vinte cinco anos mais nova do que ele, ela tem filho ou filhos, ainda não dá pra ter certeza, pois as informações da imprensa são desencontradas.
Renné, pelo que noticiaram, contratou vários seguranças, sendo que um deles foi assassinado recentemente, outro já disse em depoimento que era amante de Adriana, os outros são suspeitos de serem amantes dela. Como já podemos perceber pelos noticiários Renné, provavelmente, estava envolto de pessoas estranhas ao seu convívio anterior ao prêmio milionário.
Renné tinha onze irmãos e não sei quantos filhos, que de um modo ou de outro não estavam satisfeitos com o que o milionário estava fazendo com a própria fortuna, em razão de que, porventura, já se considerassem milionários também, e como tal julgavam ter direitos sobre a fortuna de Renné.
Renné foi vítima da ganância de terceiros que queriam ser sortudos como ele ou ter os seus milhões, percebe-se que apesar de ter tido a sorte de ganhar um prêmio milionário, Renné não teve a mesma sorte ou não soube repartir a alegria de ser milionário com as pessoas certas (pessoas certas? quiça às que conviviam com ele anteriormente à fortuna).
Esse fato só vem corroborar para a máxima que diz que “o dinheiro não é tudo”, acrescentaria a essa frase o seguinte: “o dinheiro não é tudo, é apenas um complemento”.